sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Cristãos cansados de fugir pegam em armas contra terror jihadista do ISIS – Ore

soldados-cristaos-do-Dwekh Nawsha-assiria-contra-isisUma minoria cristã tomaram a decisão de pela primeira vez pegar em armas para se defender do terror jihadista do ISIS(Estado Islâmico). Um pequeno esquadrão de homens cristãos cansados de oferecer a outra face, decidiram enfrentar os algozes em defesa de suas vidas e famílias na província de Nínive. - Confira, ore e comente…
Com a queda de Monsul em junho passado, uma dispersão de cristãos, o qual transformou os crentes em eternos fugitivos da investida violenta do ISIS(Estado Islâmico). Ainda milhares de fieis a Cristo estão ilhados em prédios semi-construídos no Curdistão iraquiano e que vê se agravar a situação dos deslocados, devido a angustiante espera do rigoroso inverno que esta prestes a chegar na região.
Diante destas adversidades um pequeno esquadrão de homens cristãos fugitivos, cansados de dar a outra face aos ataques dos jihadistas, soldados-cristaos-do-Dwekh Nawsha-assiria-contra-isis-1decidiram enfrentar os algozes que os fizeram fugir das suas aldeias agora devastadas, onde saquearam suas casas e lançaram medo e horror em nosso meio.
“Perdemos tudo. Muitos optaram por fugir, mas os abusos que sofremos acabou convencendo alguns da necessidade de nos defender, a nossa terra e a nossa gente”, diz ao El Mundo o cristãos Odisho Yusef, em ex-soldado do exército iraquiano.
soldados-cristaos-do-Dwekh Nawsha-assiria-contra-isis-homeCom seus 58 anos, lidera um batalhão de cristãos assirios que autodenominam “Dwekh”(aqueles que se sacrificam – tradução bem antiga do idioma assirio). “Somos um pequeno exército composto por cristãos de diferentes partes da província de Nínive. Pegar em armas não foi uma decisão fácil, mas não havia outra escolha, para ser realista “, argumenta o líder.
Até agora a diminuição da minoria de cristãos na última década já chega a mais de um milhão de crentes que abandonaram o Iraque – havia a necessidade diante das atrocidades do ISIS de criar o seu próprio grupo armado.
A ofensiva dos extremistas, que expulsou centenas de milhares de cristãos, os quais tiveram seus bens confiscados, igrejas e mosteiros ocupados, nos impôs uma mudança de estratégia.
“Temos cerca de 40 homens armados que estão preparados na linha de frente em Dohuk (uns 80 jilometros de Monsul).Queremos enviarsoldados-cristaos-do-Dwekh Nawsha-assiria-contra-isis-2uma mensagem para o nosso povo. Não é o momento para nos exilarmos. É hora de defender a nossa terra “, disse Emanuel Khoshaba, secretário-geral da Assíria Partido Patriótico ao jornal, uma das formações cristãs que operam na região autônoma do Curdistão.
O secretário disse que “Todas as armas foram adquiridas pelo partido e os jovens que se alistaram foram treinados pelo antigo exército iraquiano”. A opção de comprar as armas, foi devido ao flagelo sofrido pelos cristãos, o qual foi observada desde a Europa e toda América.
soldados-cristaos-do-Dwekh Nawsha-assiria-contra-isis“Nosso grupo é só de defesa” diz Yusef. Os assirios receberam recentemente uma visita de representantes das Forças Libanesas, um grupo armado cristão transformado em movimento político. A delegação de autoridades libanesas também discutiram com as autoridades curdas a possibilidade de disponibilizar armas para os cristãos iraquianos.
“Queremos formar uma milícia. Queremos continuar a cooperar com ‘peshmerga’ (força que combate o ISIS) e necessitamos receber apoio da União Europeia e dos Estados Unidos”, disse o líder dos cristãos combatentes, a favor de uma comunidade cristã que possa retornar para suas casas sob a proteção internaciona



sexta-feira, 9 de maio de 2014

Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 06 – A PEREGRINAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO DO SINAI - 1º TRIMESTRE 2014
(Êx 19.1-6; Nm 11.1-3)
INTRODUÇÃO
A história de Israel através do deserto, caminhando em direção à terra prometida, mostra-nos muito daquilo que é a
nossa experiência cristã neste mundo. Depois da travessia do Mar Vermelho o povo de Deus foi conduzido ao deserto, lugar
onde Deus iria ensiná-los á viver em sua dependência. Foi no deserto que Jeová-Jirê manifestou as suas provisões, e os
cuidados com o seu povo. Podemos dizer que a peregrinação do povo de Israel no deserto tipifica o trajeto da Igreja na terra
(1 Pe 2.11).
I – DEFINIÇÕES E DIVISÕES DO LIVRO DO ÊXODO
Os cinco primeiros livros da Bíblia, de acordo com as traduções gregas e latinas, são nomeados com base em seu
conteúdo; já na tradição judaica, são nomeados por suas palavras iniciais. Por isso, o livro do Gênesis é chamado de bereshit
(no início); o livro do Êxodo é shemot (os nomes); o livro do Levítico é wayyiqra (ele chamou); Números é bemidbar (no
deserto); e o Deuteronômio é debarim (palavras).
O livro do Êxodo relata o início da história de Israel. Esse livro pode ser dividido de diversas formas. Para favorecer
esse estudo, optamos pela divisão em quatro partes: a) (Êx 1.1,15,21) – narra a opressão do povo de Israel pelo faraó, a
promessa de salvação por meio de Moisés, a luta de Javé com o faraó e a salvação de Israel: a passagem no mar;
b) (Êx 15. 22-18,27) – a caminhada no deserto e as dificuldades em encontrar água e comida; conflitos com outros grupos e
necessidade de descentralizar o poder; c) (Êx 19. 1-24,11) – a manifestação de Javé no Monte Sinai, entrega da Lei e
celebração da aliança e d) (Êx 24. 12-40,38) – descrições do santuário e de rituais sacerdotais.
II – AS EXPERIÊNCIAS DE ISRAEL NO DESERTO
A rota mais curta e lógica para se chegar do nordeste do Egito até Canaã seria aquela ao norte do Sinai, seguindo a
costa do Mediterrâneo e atravessando o território dos filisteus, chamada na Bíblia de “O Caminho da Terra dos Filisteus”
(Ex 13. 17), “O Caminho do Mar” (Is 9.1). O livro do Êxodo (13. 17–18) deixa bem claro que esta rota não foi utilizada
pelos filhos de Israel após a saída do Egito. Este caminho, da fronteira do Egito até Gaza, possui cerca de 240 quilômetros.
Esta distância levaria apenas algumas semanas, talvez um mês, para ser percorrida, mesmo por um grande grupo de pessoas,
incluindo seus rebanhos. Alguns estudiosos sugerem que uma caravana poderia percorrer 35 quilômetros por dia em um
deserto, resultando em 7 dias de viagem. Sendo assim, alguns dias seriam suficientes para percorrer este trajeto, mas outro
caminho foi escolhido por Deus, e este levou 40 anos para ser percorrido. A rota escolhida foi descrita em Êx 13.18 como:
“O Caminho do Deserto do Mar Vermelho” vejamos as experiências que Israel passou nestas quatro décadas:
1) Ramessés - Israel foi tirado do Egito (Êx 12; Nm 33.5). 9) Acampamentos no Deserto - 70 anciãos foram chamados
para ajudar Moisés a governar o povo (Nm. 11.16–17).
2) Sucote - Depois que os hebreus deixaram esse primeiro
acampamento, o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna
de nuvem, e de noite numa coluna de fogo (Êx. 13.20–22).
10) Eziom-Geber - Israel atravessou as terras de Esaú e de
Amom em paz (Dt. 2).
3) Pi-Hairote - Israel atravessou o Mar Vermelho (Êx. 14;
Nm. 33.8).
11) Cades-Barnéia - Moisés envia os espiões para a terra
prometida; Israel rebelou-se e foi impedido de entrar na terra;
(Nm. 13.1–3, 17–33; 14; 32.8; Dt. 2.14).
4) Mara - O Senhor fez com que as águas de Mara se
tornassem doces (Êx. 15.23–26).
12) Deserto Oriental - Israel evitou o conflito com Edom e
Moabe (Nm. 20.14–21; 22–24).
5) Elim - Israel acampou ao lado de 12 fontes de água (Êx.
15:27).
13) Ribeiro de Arnom - Israel destruiu os amorreus que
lutaram contra eles (Dt. 2.24–37).
6) Deserto de Sim - O Senhor enviou maná e codornizes para
alimentar Israel (Êx. 16).
14) Monte Nebo - Moisés viu a terra prometida (Dt. 34.1–4).
Moisés fez seus três últimos sermões (Dt. 1–32).
7) Refidim - Israel pelejou contra Amaleque (Êx. 17.8–16). 15) Campinas de Moabe - O Senhor disse que fizesse a
divisão da terra e que expulsasse os habitantes (Nm. 33.50 -
56).
8) Monte Sinai (Monte Horebe ou Jebel-Musa) - O Senhor
revelou os Dez Mandamentos (Êx. 19–20). Deserto do Sinai
- Israel construiu o tabernáculo (Êx. 25–30).
16) Rio Jordão - Israel atravessou o Rio Jordão a seco e
próximo a Gilgal, pedras tiradas do Rio Jordão em um
memorial da divisão das águas do Jordão (Js. 3–5.1).
III – ALGUNS DADOS NECESSÁRIOS A SEREM OBSERVADOS
Em Dt 8.2, vemos que o Senhor Deus determinou o período de quarenta anos com o objetivo de “humilhar, provar,
para saber o que havia no coração do povo judeu, se obedeceriam ao Senhor ou não”. Existem alguns dados necessários
que devemos observar para melhor aprendizado, iremos vê-los logo abaixo:
3.1 Data da Partida. Não se sabe ao certo a data da partida do povo Israel do Egito. Existem muitas opiniões, a mais precisa,
segundo os melhores cronologistas é 1440 a.C. Segundo Donald Stamps (1995, p. 117), a data de 1440 cai bem. De acordo
com o registro bíblico, Moisés esperou a morte do grande opressor para voltar ao Egito, de seu refugio em Midiã (Êx 2.23). O
rei do Egito que ameaçara a vida de Moisés agora estava morto. Isso leva o êxodo (período de peregrinação) para 1440-
1400 a.C. (SOARES, 2003, p. 118).
3.2 O primeiro censo. Não se sabe precisamente o número exato de pessoas que marcharam para o deserto, o texto sagrado
nos informa que era cerca de 600 mil homens de pé (provavelmente homens de guerra acima de 21 anos), sem contar
mulheres e crianças (Êx 12.37-38). Alguns teólogos calculam que a multidão era de aproximadamente 3 milhões de pessoas
peregrinando pelo deserto cheio de dificuldades. “Se levarmos em conta as mulheres, as crianças e o misto de gente (v. 38),
ou seja, os que não eram descendentes de Abraão, então, havia uma multidão de pelo menos três milhões de pessoas”
(CHAMPLIN 2001, p. 353).
3.3 Um povo duvidoso. Duvidoso quanto ao caminho (Êx 14.11,12); quanto a comida (Nm 11.4-6); quanto aos inimigos
(Êx 14.10); até Moisés tinha dúvidas (Êx 14.13,14; Nm.11.11-15). Não devemos ter dúvidas (Mt 21.21; Mc 11.26).
3.4 Uma mistura de gente. Havia muitos estrangeiros que também eram escravos no Egito, que também queriam fugir da
escravidão egípcia. Essas pessoas são conhecidas como “vulgo ou populacho” (Êx 12.38). As tais pessoas provocaram
distúrbios no meio do povo de Israel aproveitavam os momentos difíceis, esta mistura trouxe problemas (Nm.11:4-6) e
prejuízos posteriormente (Sl 106.7,14-17).
IV - O POVO DE ISRAEL E O MILAGRE EM MARA
Segundo o texto bíblico nos informa logo depois que o povo de Israel atravessou o Mar Vermelho, saíram para o
deserto de Sur, caminharam três dias no deserto e não acharam água potável (Êx 15.22,23). Mara se encontra cerca de 30 km
da costa oriental do Mar Vermelho. Em razão do solo ser abundante em soda, a água era salobra e amargosa. O povo de Israel
chegou a essas águas através do caminho indicado por Deus (Êx 13.17-18, 15.22). Isso nos ensina que os caminhos que o
Senhor leva o seu povo, pode até ser difícil, sofrido e duro, porém é a maneira didática de Deus ensinar os seus filhos que as
experiências difíceis são educativas e não somente punitivas (Rm 5.3-5). “Assim como Deus curou as águas amargas de
Mara, assim Ele curaria Israel satisfazendo-lhe as necessidades físicas... Deus queria tirar o espírito de murmuração do
meio do povo e lhe dar uma fé forte” (BEACON, 2005, p. 1 75).
V - A ATITUDE DE INGRATIDÃO DE ISRAEL
“...queixando-se o povo, era mal aos ouvidos do Senhor” – é assim que começa o capítulo 11 de Números. Depois
de apenas três dias de viagem (Nm 10.33) saindo do Sinai o povo começou a murmurar e a queixar-se porque as condições
não eram boas. Logicamente, o deserto não era um ambiente recomendável para se fincar uma tenda. Todavia, o Libertador da
nação não prometeu um teletransporte para Canaã. Era necessário que chegassem lá pelas próprias pernas. E o Senhor usou
essa jornada como um “processo de disciplina e esquecimento dos costumes egípcios”. Na caminhada, eles precisavam
exercer fé e um senso de dependência total de Deus. O povo de Israel não soube ser grato a Deus pois já tinha posto o
Senhor à prova dez vezes ao longo da caminha no deserto (Êx 14.11, 12; 15.24; 16.3; 16.20; 16.27-29; 17.2, 3; 32.7-10;
Nm 11.1, 2; Nm 11.4; Nm 14.1-4). Contudo, Deus estava mais do que presente entre o povo. Qualquer reclamação sobre
alguma ameaça à integridade física da nação seria completamente infundada, pois não lhes faltava alimento, água ou saúde
(Dt 8.15,16).
VI - DEUS SE MANIFESTOU COMO O SENHOR DA PROVISÃO NO DESERTO
O nome de Deus que o identifica como “provedor” é “Jeová-Jireh” (Gn 22.8-14). Ao logo da caminhada de Israel no
deserto contemplamos o agir de Deus como Deus provedor. O termo Jeová Jireh do hebraico, tem o significado no português
“O Senhor proverá”, indicando que o nosso Deus tem por virtude prover todas as coisas. É bom lembrar que Deus supriu o
seu povo em todas as suas necessidades básicas para a sobrevivência como: água, comida e vestimenta (Êx 33.22, Is 32.2;
Êx 19.4 Dt 32.11,Sl 91.4, Sl 57.1,63.7; Êx 33.14-15; Dt.8.3,33.27). O mesmo Deus que supriu o povo de Israel no deserto é o
mesmo que também suprirá todas as nossas necessidades (Fp 4.19), pois ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13.8).
CONCLUSÃO
A grande multidão que estava no deserto, estava sendo conduzida pelo Autor da vida. Deus estava ensinando o seu
povo á viver na obediência de Sua Palavra. Devemos aprender que o deserto é o lugar onde Deus ensina os seus servos.
REFERÊNCIAS
• ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.
• SOARES, Esequias. Visão Panorâmica do Antigo Testamento. CPAD.
• STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

MANUTENÇÃO DE MICROS

CONTEÚDO CURSO DE MANUTENÇÃO DE MICROS ESSENCIAL

  • INTRODUÇÃO 
  • Unidades de medida, Hardware para iniciantes (Processador, Ram, HD, Placa Mãe, Placa de Vídeo, Modem, Drive de disquete, Drive de CD ROM, CD RW, DVD ROM, DVD RW, Placa de Som, Placa de rede, Monitor CRT, Monitor LCD, Gabinete, Fonte, Teclado, Mouse, Estabilizador, No break).
  • PROCESSADORES 
  • Fabricantes, Modelos, Velocidade, Caches, Clocks.
  • PLACAS MÃE 
  • Fabricantes, Modelos, Soquetes e Slots para processadores, Barramentos (ISA, PCI, AGP, AMR, CNR, USB, FireWire, IrDA), Padrões On board e Off board, Padrões AT e ATX, Chipsets (Ponte Norte e Ponte Sul), RAM, ROM, Bateria, Coolers, Acessórios que acompanham a placa mãe.
  • PLACAS DE VÍDEO E MONITORES 
  • Memória de vídeo, Resolução e número de cores, Placas PCI, AGP e PCI Express, Tamanho do monitor, Pixel e Dot pitch.
  • MEMÓRIA RAM 
  • Tipos, Tecnologias (EDO, DIMM, DDR, DDR2) , Módulos, Instalação.
  • MEMÓRIA ROM 
  • Tipos (Mask ROM, Flash ROM), Programas (BIOS, POST, CMOS).
  • DISCO RÍGIDO 
  • IDE, Serial ATA e SCSI (Taxa de transferência, Tempo de acesso, RPM), Configuração.
  • MONTAGEM COMPUTADORES 
  • Montagem de computador, aprendendo a ler o manual das placas mãe, Dimensionando Coolers do Gabinete, conexões de cabos de energia, conexões de cabos de comunicação e conexões dos fios do gabinete.
  • MANUTENÇÃO COMPUTADORES PREVENTIVA 
  • Protegendo o computador da poeira e da umidade, Superaquecimento, Limpeza da parte externa, interna e acessórios.
  • MANUTENÇÃO COMPUTADORES CORRETIVA 
  • Detectando o problema com a Configuração Mínima, Problemas freqüentes.
  • Criando CD/Pen drive de Ferramentas.
  • CONFIGURAÇÃO E INSTALAÇÃO DA PARTE LÓGICA 
  • Configuração do Setup, Estruturação do HD (Particionar e Formatar o HD), Instalação do Sistema Operacional Windows XP, Instalação dos drivers (Vídeo, Som, Rede, Modem), Instalação do Service Pack 2 do Windows XP.
  • Backup de arquivos em partições NTFS com CD "bootável" Windows XP.
  • FAZENDO BACKUP DE TODA CONFIGURAÇÃO E INSTALAÇÃO 
  • Criando imagem da Partição do Sistema, Descompactando a imagem para Restauração do Sistema.
  • DICAS 
  • Scandisk, Desfragmentador de Disco, UpGrade, Fazendo a tomada do micro, Aterramento, Medindo a fonte AT e ATX, e a tomada da parede com o multímetro, Cuidados com a Eletrostática, Preços, O Profissional (Requisitos para a formação de um técnico, Formas de trabalho, Técnicas para cobrar o serviço).

sábado, 7 de dezembro de 2013

  •  
    Desde a assinatura do tratado de paz entre Egito e Israel (em 1979), várias iniciativas foram apresentadas por Israel e outros para promover o processo de paz no Oriente Médio. Essas tentativas acabaram por levar à convocação da Conferência de Paz de Madri em outubro de 1991.​​​​​​​​​​
    O presidente egípcio, Sadat, o presidente dos EUA, Carter, e primeiro-ministro israelense, Begin
     

  • A conferência internacional lançou conversações bilaterais e multilaterais
    A Conferência de Paz de Madri:  
    Desde a assinatura do tratado de paz entre Egito e Israel (em 1979), várias iniciativas foram apresentadas por Israel e outros para promover o processo de paz no Oriente Médio. Essas tentativas acabaram por levar à convocação da Conferência de Paz de Madri (em outubro de 1991), realizada sob os auspícios dos americanos e soviéticos, que reuniu representantes de Israel, Síria, Líbano, Jordânia e Palestina. Os processos formais foram seguidos por negociações bilaterais entre as partes e por conversas multilaterais sobre preocupações regionais.

    Conversas bilaterais

    Israel e os palestinos: Após meses de intensos contatos discretos em Oslo entre negociadores de Israel e da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), uma Declaração de Princípios (DP) foi formulada, delineando determinações de autogoverno dos palestinos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Sua assinatura, em 13 de setembro de 1993, foi precedida por uma troca de cartas entre o presidente da OLP, Yasser Arafat, e o primeiro-ministro Yitzhak Rabin, em que a OLP renunciou ao uso do terrorismo, comprometeu-se a invalidar os artigos em sua aliança que negam o direito de existência de Israel, e comprometeu-se a uma resolução pacífica do conflito, que já durava décadas. Em resposta, Israel reconheceu a OLP como representante do povo palestino.
    O DP continha princípios gerais mutuamente acordados em relação a um período de cinco anos de autogoverno palestino e uma estrutura para as várias fases de negociações entre Israel-Palestina. As determinações para o autogoverno palestino na Faixa de Gaza e na área de Jericó foram implementadas em maio de 1994; a transferência de competências e responsabilidades na Cisjordânia em termos de educação e cultura, saúde, assistência social, fiscalização direta e turismo foi implementada três meses depois. O DP e outros acordos assinados entre Israel e os palestinos culminaram com a assinatura do Acordo Provisório Israel-Palestina em setembro de 1995.
    Esse acordo incluía uma ampliação do autogoverno palestino por meio de uma autoridade governante autoeleita , o Conselho Palestino (eleito em janeiro de 1996), e a continuação do restabelecimento das FDI na Cisjordânia. O acordo também iniciou o mecanismo que rege as relações entre israelenses e palestinos, que levaria a um acordo definitivo. Nos termos do Acordo Provisório, a Cisjordânia foi dividida em três tipos de regiões:
    Região A - inclui as principais cidades da Cisjordânia: responsabilidade total do conselho palestino pela segurança interna e ordem pública, assim como por assuntos civis. (A cidade de Hebron estava sujeita a um regime especial, estabelecido no Acordo Provisório; o protocolo relativo ao restabelecimento em Hebron foi assinado em janeiro de 1997.)
    Região B - composta por pequenas cidades e aldeias na Cisjordânia: Responsabilidade do conselho palestino por questões civis (como na região A) e pela manutenção da ordem pública, enquanto Israel manteve a responsabilidade primordial pela segurança, para proteger seus cidadãos e combater o terrorismo.
    Região C - composta por todos os assentamentos judaicos, regiões de importância estratégica para Israel, e áreas praticamente despovoadas na Cisjordânia: responsabilidade total de Israel pela segurança e ordem pública, assim como responsabilidades civis relacionadas ao território (planejamento e zoneamento, arqueologia, etc.). O conselho palestino assume a responsabilidade em relação a todas as outras esferas civis da população palestina.
    O calendário para a implementação das fases de maior restabelecimento, conforme especificado no acordo provisório, foi revisto em várias ocasiões pelos dois lados, principalmente no Memorando de Wye River, de outubro de 1998. Após essas revisões acordadas, Israel completou a primeira e segunda fase do Processo de Restabelecimento Adicional (PRA) em março de 2000. Como resultado dos restabelecimentos, mais de 18% da Cisjordânia constituíram a Região A e mais de 21% constituíram a Região B, com 98% da população palestina da Cisjordânia sob o controle da autoridade palestina.
    Negociações finais entre as partes, para determinar a natureza do acordo permanente entre Israel e os palestinos, começou conforme previsto, em maio de 1996. Atentados suicidas, perpetrados por terroristas do Hamas em Jerusalém e Tel Aviv durante 1996, tornaram o processo de paz negativo para Israel. Houve então uma pausa de três anos, e as negociações finais só foram retomadas após o Memorando Sharm e-Sheikh (em setembro de 1999). Questões a serem tratadas com incluíam: refugiados, assentamentos, questões de segurança, fronteiras, Jerusalém, e muito mais. A convite do presidente dos EUA, Bill Clinton, o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e o presidente da autoridade palestina, Yasser Arafat, participaram de uma cúpula em Camp David em julho de 2000 para retomar as negociações. A cúpula terminou sem acordo, pois Arafat, o presidente da AP, recusou-se a aceitar a generosa proposta. No entanto, um comunicado trilateral foi emitido, definindo os princípios acordados para orientar futuras negociações.
    Em setembro de 2000, os palestinos iniciaram uma intifada, uma campanha de terrorismo e violência indiscriminados, causando mortes e sofrimento para os dois lados. Inúmeras tentativas de acabar com o confronto violento e renovar o processo de paz fracassaram devido ao contínuo terrorismo palestino.
    Israel aceitou a visão apresentada no discurso do presidente dos EUA, George W. Bush, em 24 de junho de 2002, para acabar com o terrorismo palestino, a ser seguido pela resolução final de todas as questões e pela paz.
    Em 25 de maio de 2003, Israel aceitou o roteiro, juntamente com comentários que Israel considera essenciais para sua implementação e um compromisso dos EUA para lidar com estes comentários. No entanto, os palestinos ainda não cumpriram suas obrigações relativas à primeira fase do roteiro, principalmente a cessação incondicional do terrorismo e o fim da incitação. Uma das medidas tomadas por Israel contra o terrorismo é a construção de uma cerca antiterrorista.
    Prime Minister Ariel Sharon announced the Disengagement Plan, Dec 2003
    O primeiro-ministro Ariel Sharon anunciou o Plano de Desligamento (dezembro de 2003) (S.I.G./Moshe Milner)
    Em agosto de 2005, Israel desligou-se da Faixa de Gaza e de quatro assentamentos no norte da Samaria (Cisjordânia), procurando acabar com o impasse no processo de paz após cinco anos de terrorismo palestino. No entanto, o terrorismo palestino continuou após a eleição do governo do Hamas, incluindo ataques com mísseis Kassam da Faixa de Gaza no norte do Neguev e o sequestro de um soldado israelense, exigindo uma ação militar israelense.
    O novo governo israelense, eleito no início de 2009, fez várias tentativas de reiniciar o processo de paz. Infelizmente, essas tentativas foram todas frustradas pelos palestinos, com sua nova exigência de que os israelenses satisfizessem várias condições para que as negociações pudessem ser sequer recomeçadas. Foi somente em maio de 2010 que os palestinos concordaram em realizar conversas de proximidade.


    Israel e Síria: Dentro da fórmula de Madri, as negociações entre as delegações israelense e síria começaram em Washington e foram realizadas ocasionalmente com embaixadores, envolvendo altos funcionários norte-americanos.

    Duas rodadas de negociações Israel-Síria (em dezembro de 1995 e janeiro de 1996) focaram a segurança e outras questões fundamentais. Altamente detalhados e abrangentes, as negociações identificaram importantes áreas de concordância e convergência conceituais para discussão e consideração futuras. As negociações entre Israel e Síria foram renovadas em janeiro de 2000, em Shepherdstown, EUA, após uma pausa de mais de três anos. No entanto, não trouxeram avanços; o encontro entre o Presidente Clinton e Hafez Assad em Genebra (em março de 2000) também não levou a novas negociações.
    A Síria, juntamente com o Irã, apoiou as organizações terroristas mais violentas e perigosas, como Hezbollah e vários grupos terroristas palestinos.
    Em 23 de maio de 2000, Israel completou a retirada de todas as forças militares da zona de segurança no sul do Líbano, em conformidade com a decisão do governo israelense para implementar a Resolução 425 do CSONU. Infelizmente, o Líbano ainda não cumpriu totalmente sua parte da Resolução 425, nem da Resolução 1.559 (que exige o desmantelamento do Hezbollah e o deslocamento do exército libanês no sul do Líbano).
    Houve violência novamente, após o sequestro de dois soldados israelenses e o bombardeio de cidades do norte de Israel pelo Hezbollah em 12 de julho de 2006. Israel foi forçado a agir para remover a presença terrorista do Hezbollah no sul do Líbano, o que incluiu dezenas de milhares de mísseis de artilharia pesada fornecidos pelo Irã e Síria e disparados em milhões de civis israelenses.
    No conflito que se seguiu, mais tarde conhecido como II Guerra do Líbano, mais de 4.000 mísseis foram disparados contra alvos civis dentro de Israel, causando 44 vítimas civis e danos à infraestrutura civil e propriedades. Cento e dezenove soldados israelenses também foram mortos no conflito durante as operações militares. A luta terminou com a adoção, em 11 de agosto de 2006, da Resolução 1.701 do Conselho de Segurança, que exige a libertação incondicional dos soldados sequestrados, determina que o Líbano e a UNIFIL restabeleçam-se, juntos, em todo o sul do Líbano ,e estabelece um embargo de armas para grupos libaneses não governamentais.


    Encontrar soluções para os principais problemas regionais
    Negociações multilaterais
    As negociações multilaterais constituíram o processo de paz, visando a encontrar soluções para os principais problemas regionais e proporcionar segurança para promover o desenvolvimento da normalização das relações entre as nações do Oriente Médio.
    Após a Multilateral Middle East Conference de Moscou (janeiro de 1992), com a participação de 36 países e organizações internacionais, as delegações dividiram-se em cinco grupos de trabalho para lidar com áreas específicas de interesses regionais comuns (meio ambiente, controle de armas e segurança regional, refugiados, recursos de água, e desenvolvimento econômico) que se reúnem periodicamente em vários locais na região. O comitê diretivo, composto por representantes das principais delegações e presidido por EUA e Rússia, coordena as negociações multilaterais.
    Desde o início da violência palestina em setembro de 2000, a maioria das atividades das negociações multilaterais estão paradas.

Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Aílton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524
LIÇÃO 10 – CUMPRINDO AS OBRIGAÇÕES DIANTE DE DEUS - 4º TRIMESTRE 2013
(Ec 5.1-5)
INTRODUÇÃO
Nos capítulos 1 ao 4 do livro de Eclesiastes, Salomão já havia tratado praticamente de tudo aquilo que acontece “debaixo do sol”. Agora o proverbista, no capítulo 5 de Eclesiastes, irá falar sobre a adoração em um contexto em que se contrastam a obrigação e a devoção. Como devotos temos direitos, mas também possuímos deveres. E essas obrigações não se limitam apenas ao mundo religioso, mas também ao universo político-social.
I – DEFINIÇÃO DE OBRIGAÇÃO O dicionário da língua portuguesa define obrigação como: “Ato de obrigar, necessidade moral de praticar ou não praticar um ato, um dever, um preceito, uma sujeição, uma dívida”. Essa palavra portuguesa vem do latim, “obligare”. Obrigação é um termo ético que indica que existem certos deveres que o individuo precisa cumprir. Dentro da ética, a teoria da obrigação se chama “deontologia”, que vem do grego “deon”. As obrigações as devemos a Deus, à comunidade dos homens, e a nós mesmos (CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 4. Hagnos. p. 572).
II – O CRENTE E SUAS OBRIGAÇÕES CIVIS E COM SEU PRÓXIMO
Em Romanos capítulo 13 Paulo escreveu esta seção visando o ambiente sociopolítico das igrejas que se reuniam em casas romanas. Ele tinha plena consciência das realidades sociais e políticas que confrontavam os cristãos em Roma. O apóstolo queria evitar a anarquia e, consequentemente, uma perseguição desnecessária. Ele trata de três tópicos importantes sobre as responsabilidades do crente: para com as autoridades civis; para com o próximo e para com sua vida pessoal. Vejamos:
2.1 O crente e suas obrigações com as autoridades civis
Porque devemos honrar e obedecer as autoridades?
 Porque fazendo isso mostramos que amamos ao Senhor (1 Pe 2.13; Ec 8.2);
 Porque essa é a vontade soberana de Deus (1 Pe 13.15-17);
 Porque foram constituídas por Deus; são ministros de Deus (Rm 13.1; Jr 29.7);
 Por causa da nossa consciência (Rm 13.5);
 Para vivermos uma vida tranquila (1 Tm 2.1,2).
A Bíblia nos diz em Mt 22.21: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. A própria inscrição no dinheiro era um reconhecimento de dívida a César. O imposto não era um presente, mas uma dívida em troca de lei, ordem e estradas. Há o dever ao Estado e o dever a Deus. Jesus já endossara o imposto do Templo. A efígie e inscrição indicavam a autoridade do imperador que cunhara a moeda. As duas esferas são distintas, mas ambas existem. O cristão não deve esquivar-se de nenhuma das duas.
2.2 O crente e suas obrigações com o governo (Rm 13.1-7)
 O cristão deve ORAR pelos funcionários do governo (1 Tm 2.1-2);
 O cristão deve PAGAR os impostos (Mt 22.21; Rm 13.6-7).
 O cristão deve OBEDECER o governo e suas leis desde que estas leis não firam os preceitos estabelecidos na Bíblia Sagrada (1 Pe 2.13; Rm 13.1-2, 5; Tt 3:1; Pv 24.21-22);
 O cristão deve HONRAR o governo (Rm 13.7; 1 Pe 2.17).
Há um limite básico para a obediência do cristão ao governo: ele tem que obedecer a Deus antes que ao homem (Atos 5:29). O cristão não pode nunca permitir que qualquer autoridade, de qualquer tipo, suplante a autoridade de Cristo. Algumas pessoas se valem das leis liberais do governo, a respeito do divórcio, do aborto, da eutanásia, da profissionalização da prostituição etc. Deus autoriza a existência do governo civil e manda os cristãos obedecerem. Mas, como em qualquer relacionamento humano, as expressas ordenanças de Cristo têm mais autoridade do que as ordens de qualquer homem ou instituição.
2.3 O crente e suas obrigações com o próximo (Rm 13. 8-14)
O mandamento do amor suplanta todos os 613 mandamentos da Torá “Quem ama uns aos outros cumpriu a lei”. Toda a lei se resume numa só frase: “Amarás o teu próximo com a ti mesmo” (Rm 13.9). “Ouviste o que foi dito: amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo, eu porém, vos digo: amai os vossos inimigos...”. De que forma devemos amar o próximo? Como a nós mesmos (Mc 12.30); com amor sacrificial (Jo 15.34; 1 Jo 3.16; 1 Jo 4.20,21).
III - O CRENTE E SUAS OBRIGAÇÕES ATRAVES DE SEU TESTEMUNHO
Podemos enumerar pelo menos três objetivos da obrigação que temos com o testemunho cristão. Vejamos:
3.1. Glorificar a Deus. Todo cristão deve ter como principal objetivo, glorificar a Deus (Rm 11.36; 1 Pd 4.11; Ap 1.6).
3.2. Edificar a Igreja. Todo cristão deve ter o objetivo de promover a edificação do corpo de Cristo. Diversos textos das Escrituras nos ensinam este princípio (Rm 14.19; 15.2; 1 Cor. 14.12,26; Ef. 4.16).
3.3. Servir ao próximo. O cristão sempre exercerá sua obrigação servindo ao próximo, atendendo suas necessidades físicas, emocionais, espirituais e sociais (Mt. 20.28,29; At. 2.42-47;Tg 2.14-17; Rm 12.13).
IV - O CRENTE E SUAS OBRIGAÇÕES NO SERVIÇO CRISTÃO
Seria impossível enumerar, neste breve subsídio, todos os tipos de obrigações que o cristão pode realizar em prol do Reino de Deus. Vejamos algumas:
4.1. Obrigação quanto a adoração (Jo 4.24; Rm 12.1). A palavra “adoração” significa “chegar-se a Deus, de modo reverente, submisso e agradecido, a fim de glorificá-lo. Adorar é um ato de total rendição, gratidão e exaltação a Deus”. Adorar a Deus é um sublime ato de serviço à Deus. Por isso, devemos adorá-lo e servi-lo com toda reverência, fervor, sinceridade e dedicação (Hb 12.28,29). Adorar também é exaltar e reconhecer que Deus é o Senhor, Criador de todas as coisas (Sl 95.3-6).
4.2. Obrigação quanto a evangelização (Mc 16.15; At 1.8). A tarefa da Evangelização foi entregue pelo Senhor Jesus à sua igreja. Todo cristão deve estar ocupado com esta tarefa, com o objetivo de conduzir os pecadores à Cristo, quer seja no evangelismo infantil, evangelismo pessoal ou evangelismo em massa ou missões transculturais.
4.3. Obrigação quanto ao discipulado (Mt 28.18-20). A palavra “discípulo” no NT quer dizer um “aprendiz” e “seguidor do seu mestre”. Na realidade, o discipulado é uma ação conjunta com a evangelização. Não há como discipular sem evangelizar. No entanto, quando falamos de discipulado, estamos nos referindo ao ato de proclamar as boas-novas de salvação aos pecadores, a fim de convertê-los a Cristo, e torná-los discípulos idôneos, fiéis a Jesus e capazes de gerarem outros seguidores (II Tm 2.2).
4.4. Obrigação quanto a assistência social (At 11.28-30). Atender ao pobre e ao necessitado é um preceito bíblico (Lv 23.22; Dt 15.11; Sl 41.1; 82.3). Nos dias da igreja primitiva, a igreja não só pregava o evangelho, mas também, atendia aqueles que necessitavam de socorro material (Gl 2.9,10). O serviço cristão não deve se restringir apenas a adoração, evangelização e discipulado, mas também, deve estender-se à assistência social aos necessitados, pois, ser generoso e solidário também é um dever do cristão (I Jo 3.17,18).
V – O CRENTE E O EXERCÍCIO DE SUAS OBRIGAÇÕES NA SOCIEDADE
A Bíblia nos deixa claro que o Estado foi estabelecido por Deus e que deve exercer seu papel de “ministros da justiça”, mantendo a paz, a ordem e viabilizando o bem estar social dentro do projeto original de Deus. A igreja pode e deve exercer sua obrigação quanto a sua contribuição na manutenção do Estado de diversas maneiras. Vejamos como:
 Orando (At. 4.23-31; 1 Tm 2.1-5);
 Evangelizando – Através da Evangelização, vidas são transformadas pelo poder do Evangelho, libertando os cativos oprimidos do Diabo que antes estavam no mundo da delinquência, vícios e idolatria (Ef. 2.1-3; 4.17-31; 1 Ts 1.6-10);
 Exercendo sua missão profética – A Igreja sempre será o arauto de Deus que proclamará sua verdade em um mundo mergulhado no pecado (1 Tm 3.15, 1 Pe 2.9,10);
 Ajudando aos necessitados (2 Cor. 9.1-5);
 Zelando pelo bem-estar das viúvas (1 Tm 5.3-16);
 Exercendo ação social – A Missão suprema da Igreja é a evangelização. Entretanto há também uma responsabilidade social (Mt 28.19,20; Tg 1.26,27). O projeto Samuel desenvolvido por nossa Igreja é um exemplo de como a Igreja promove a ação social, intervindo em regiões de vulnerabilidade social;
 Utilizando os meios de comunicação – A Rede Brasil de Comunicação tem sido um instrumento de Deus utilizado na proclamação da mensagem de Seu Reino, mostrando o projeto de Deus para a família, autoridades, Estado, patrões, empregado, etc, executando um serviço de prevenção contra doenças e mazelas sociais quando divulga e preserva os valores morais absolutos (Rm 2.1,2; 2 Cor. 10.4,5; Fl. 4.8; Ef. 4.17-31), enfatizando sempre a unidade familiar e a fidelidade conjugal, pois, geralmente os problemas se iniciam no seio familiar.
 Na representação política – O projeto Cidadania – Um novo modo de agir, traduz a presença da Igreja nos diversos segmentos sociais, não só proclamando a visão de Deus para uma sociedade em crise, bem como na elaboração de projetos e leis que visam promover a justiça social e o resgate dos valores cristãos na sociedade.
CONCLUSÃO
Chegamos à conclusão que como servos de Cristo temos obrigações e deveres para com o Senhor, para com as autoridades e também para com o nosso próximo. Que tenhamos sempre a prontidão de sermos úteis para glória de Deus.
REFERÊNCIAS
 STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 4. Hagnos

quarta-feira, 8 de maio de 2013



Pastor Marcos Pereira é preso acusado de estupro
Seis mulheres membros da ADUD afirmam terem sido abusadas sexualmente pelo religioso.
Pastor Marcos Pereira é preso acusado de estupro
A polícia civil do Rio de Janeiro prendeu na noite desta terça-feira (7) o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos últimos Dias, acusado de estuprar seis mulheres, sendo que três delas eram menores de idade quando os abusos aconteceram.
A ação da polícia foi filmada e transmitida durante o programa Bom Dia Rio, da Rede Globo, na manhã desta quarta-feira (8). A reportagem mostra o momento exato em que ele foi abordado em seu carro quando passava pela Avenida Brasil. Acompanhado de fiéis da igreja, o pastor foi informado sobre os dois mandatos de prisão que foram expedidos pela Justiça e foi levado para a delegacia.
A polícia investigou o caso por um ano e chegou à conclusão de que todas as mulheres abusadas eram membros da ADUD e que o pastor Marcos Pereira usava um apartamento de frente a praia de Copacabana para promover orgias sexuais. Foi neste imóvel que as mulheres, incluindo a ex-esposa do religioso, teriam sido abusadas sexualmente.
Uma das vítimas disse em depoimento que foi abusada pelo pastor dos 14 aos 22 anos. As acusações de abuso sexual foram feitas no mesmo tempo que o líder do AfroReggae, José Junior, acusava o religioso de ter ligações com o crime organizado do Rio de Janeiro.